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	<title>Viva Melhor &#8211; Ivana Imóveis Guarapari</title>
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		<title>5 conjuntos de florais para melhorar a saúde física e mental</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 21:09:59 +0000</pubDate>
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<p>Ao longo dos anos, a humanidade tem encontrado na natureza remédios para doenças físicas e mentais. Árvores, ervas, plantas, raízes e flores possuem propriedades vibracionais que, de maneira quase mágica, promovem melhorias ao organismo. Essa conexão ancestral destaca a sabedoria inata da natureza, proporcionando uma fonte de cura que atua em todos os aspectos da vida: corpo, mente e espírito.  </p>
<p>Para quem busca explorar esse fascinante universo, o selo Mantra, em colaboração com a taróloga e astróloga Glória Britho, apresenta uma fonte rica de aprendizado: o livro “A Magia dos Florais”. Com 38 receitas e rituais, a obra guia os leitores por um caminho de descoberta. </p>
<p>Veja, a seguir, 5 <strong>conjuntos de florais</strong> indicados pela taróloga que atuam sobre os principais estados de ânimo! </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Para os que sentem medo </strong></h2>
<p><strong>Rock</strong> <strong>rose</strong>: para quem sente pânico, terror;<br />
<strong>Mimulus</strong>: para medo de coisas desconhecidas;<br />
<strong>Aspen:</strong> para <strong>medo</strong> indefinido;<br />
<strong>Cherry plum</strong>: para medo do descontrole mental, emocional e físico;<br />
<strong>Red chestnut</strong>: para cuidar dos outros com compaixão, mas sem ansiedade.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Para os que sofrem de indecisão </strong></h2>
<p><strong>Cerato</strong>: por não confiarem em seus próprios julgamentos;<br />
<strong>Scleranthus</strong>: por não conseguirem decidir entre duas opiniões;<br />
<strong>Gentian</strong>: desânimo, pessimismo;<br />
<strong>Gorse</strong>: para a desesperança e desânimo extremos; para pessoas que desistiram de lutar;<br />
<strong>Hornbeam</strong>: para a <strong>fadiga mental</strong>, mais do que física; para os que acordam e duvidam da sua capacidade para enfrentar o dia de trabalho;<br />
<strong>Wild oat: </strong>para tomar decisões importantes.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Para melhorar o sentimento de solidão, o <em>water violet</em> é um dos florais indicados </span><span class="image_fonte">Imagem: Microgen | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Para a solidão </strong></h2>
<p><strong>Water</strong> <strong>violet</strong>: para pessoas que são realmente talentosas e capazes, mas tendem a se isolar. Orgulhosas;<br />
<strong>Impatiens</strong>: para pessoas rápidas em ações e pensamentos, mas <strong>impacientes e irritadas</strong> com os outros;<br />
<strong>Heather</strong>: para pessoas que estão insatisfeitas, necessitam de companhia constantemente.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Para os que são muito sensíveis às influências e opiniões alheias </strong></h2>
<p><strong>Agrimony</strong>: para tortura mental oculta por um rosto alegre;<br />
<strong>Centaury</strong>: para aqueles que possuem vontade fraca, personalidade ou corpo frágil;<br />
<strong>Walnut</strong>: para grandes mudanças na vida;<br />
<strong>Holly</strong>: para ódio, inveja, ciúme vingativo e raiva.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Para o desalento ou desespero </strong></h2>
<p><strong>Larch</strong>: para pessoas sem <strong>autoconfiança</strong>, que nem tentam porque estão certas de que irão falhar;<br />
<strong>Elm</strong>: para pessoas que se sentem sobrecarregadas pelas suas responsabilidades;<br />
<strong>Pine</strong>: para pessoas que se sentem cheias de culpa e de autorreprovação;<br />
<strong>Sweet chestnut</strong>: para casos extremos de angústia e desespero; para quem está no limite da resistência;<br />
<strong>Star of bethlehem</strong>: para choques causados por graves notícias, pela perda de um familiar e coisas semelhantes;<br />
<strong>Willow</strong>: para a libertação das decepções e das mágoas vivenciadas;<br />
<strong>Oak</strong>: para aqueles que estão perdendo sua força interior;<br />
<strong>Crab apple: </strong>para os que se sentem impuros e têm uma imagem negativa de si. </p>
<p><em>Por Daniela Garbez</em></p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/5-conjuntos-de-florais-para-melhorar-a-saude-fisica-e-mental.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Entenda por que não se deve lavar o frango</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 19:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viva Melhor]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/entenda-por-que-nao-se-deve-lavar-o-frango-750x500.jpg" 0="" alt="Entenda por que não se deve lavar o frango" />No Big Brother Brasil 2024, o participante Davi Brito tem mostrado um grande potencial culinário, assumindo o papel de chefe de cozinha da casa. Entretanto, enquanto<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/entenda-por-que-nao-se-deve-lavar-o-frango-750x500.jpg" 0="" alt="Entenda por que não se deve lavar o frango" /><div></div>
<p>No Big Brother Brasil 2024, o participante Davi Brito tem mostrado um grande potencial culinário, assumindo o papel de chefe de cozinha da casa. Entretanto, enquanto preparava o almoço, ele colocou os pedaços de frango na cuba da pia e os lavou, gerando diversas discussões online. </p>
<p>Segundo a Dra. Marcella Garcez, nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, o frango não deve ser lavado em hipótese alguma, nem na cuba da pia, nem em qualquer outro recipiente. “Isso porque a prática favorece a proliferação de microrganismos nocivos que são espalhados junto com a água nas superfícies ao redor, aumentando o risco de contaminação cruzada de outros alimentos e, consequentemente, de <strong>intoxicação alimentar</strong>“, explica. As bactérias, por outro lado, são eliminadas com o calor durante o preparo do alimento. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas de intoxicação alimentar </strong></h2>
<p>De acordo com a nutróloga, a intoxicação alimentar ocorre justamente quando uma pessoa ingere alimentos ou bebidas contaminados por microrganismos prejudiciais, toxinas ou produtos químicos. Os sintomas de intoxicação alimentar podem variar dependendo do agente causador, mas geralmente incluem náuseas, vômitos e <strong>diarreia</strong>, dor abdominal, febre, mal-estar geral, com fraqueza, fadiga e dores musculares. </p>
<p>“Esses sinais podem surgir de algumas horas a alguns dias após a ingestão do alimento contaminado, pois o tempo de incubação varia dependendo de fatores como o agente patogênico envolvido, a quantidade de microrganismos ingeridos e o estado de saúde geral do indivíduo”, diz a Dra. Marcella. </p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Em casos leves de intoxicação alimentar, o tratamento consiste principalmente na hidratação oral e repouso </span><span class="image_fonte">Imagem: Krakenimages.com | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tratamentos para intoxicação alimentar </strong></h2>
<p>Nos casos mais leves de intoxicação alimentar, que tendem a durar pouco tempo e não causam <strong>desidratação</strong>, a endocrinologista Dra. Deborah Beranger explica que o tratamento consiste principalmente na hidratação oral e repouso. “É importante também evitar alimentos que podem aumentar o quadro de diarreia, como aqueles ricos em gordura e leites e derivados”, afirma.  </p>
<p>Já em casos mais graves e persistentes, que duram por dias e são acompanhados de desidratação, vômitos, febre alta e diarreia acentuada, é fundamental buscar ajuda médica. “Nesses casos pode ser necessária internação para administração de hidratação venosa, reposição de eletrólitos, principalmente sódio e potássio, e uso de medicamentos para melhorar o enjoo e a cólica intestinal. Normalmente, remédios para diarreia não são indicados, pois esses patógenos têm que ser eliminados do organismo”, diz a médica. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outros fatores que causam intoxicação </strong></h2>
<p>E lavar o frango não é a única causa da intoxicação alimentar. “Além da contaminação cruzada e da ingestão de alimentos contaminados por a bactérias, vírus, parasitas, toxinas e produtos químicos, a intoxicação alimentar também pode ser causada por fatores como consumo de água contaminada, armazenamento inadequado dos alimentos e falta de higiene pessoal durante o preparo”, diz a Dra. Marcella Garcez.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais formas de prevenção </strong></h2>
<p>Para prevenir a intoxicação alimentar, é importante <strong>consumir frutas</strong>, verduras e legumes frescos e higienizá-los bem, consumir somente água filtrada, sempre lavar as mãos antes de manipular os alimentos e saber a procedência dos alimentos, principalmente daqueles que serão consumidos crus. “Tome muito cuidado também com a tábua de corte, pois é comum que elas fiquem contaminadas com bactérias, levando assim a contaminação cruzada”, recomenda a Dra. Deborah Beranger. </p>
<p>Outra dúvida comum das pessoas é com relação ao ovo. “É sempre importante guardar o ovo dentro da geladeira, nas prateleiras e não na porta, pois a oscilação de temperatura facilita a contaminação. Além disso, o ovo pode ser lavado, mas somente na hora do consumo, pois a umidade aumenta a chance de proliferação quando ele é guardado na geladeira após a higienização”, completa a endocrinologista. </p>
<p><em>Por Maria Claudia Amoroso</em></p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/entenda-por-que-nao-se-deve-lavar-o-frango.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Valorizar o que te faz bem é o caminho para a felicidade</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jan 2024 00:10:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/valorizar-o-que-te-faz-bem-e-o-caminho-para-a-felicidade-750x500.jpg" 0="" alt="Valorizar o que te faz bem é o caminho para a felicidade" />O pintor Henri Matisse buscava a companhia dos pássaros e das plantas para se energizar e criar; Sigmund Freud fazia caminhadas diárias e extraía vigor mental<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/valorizar-o-que-te-faz-bem-e-o-caminho-para-a-felicidade-750x500.jpg" 0="" alt="Valorizar o que te faz bem é o caminho para a felicidade" /><div></div>
<p>O pintor Henri Matisse buscava a companhia dos pássaros e das plantas para se energizar e criar; Sigmund Freud fazia caminhadas diárias e extraía vigor mental da velocidade que imprimia em suas pernas, além de priorizar as férias de verão com a família; já o neurologista Oliver Sacks apostava na análise seguida de natação, bem cedo. Ah, ele também se entregava aos devaneios no sofá depois do almoço. Sei como é bom! Nesses momentos, sinto que estou em harmonia com a porção mais contemplativa da minha alma. Protegida do que não reflete quem eu sou de verdade.</p>
<p>Cada um há de encontrar o que lhe faz bem, o que afasta o desassossego e traz gosto em viver. Mas que isso não se torne uma busca pelo pote de ouro idealizado, que nunca se alcança, e sim uma renovação permanente do olhar para as coisas que vão nos preenchendo e acalentando momento a momento.</p>
<p>Admito que esse assunto me alvoroça. A prova disso é que, vira e mexe, me pego emaranhada no seguinte pensamento: Quando chegarmos ao final da linha da nossa existência e olharmos para trás, o que fará com que a gente possa honestamente afirmar: “Valeu muito a pena! Vivi uma vida boa e significativa”? Serão nossas conquistas materiais e profissionais? Nossas buscas interiores? Os cuidados com a saúde? Os afetos cultivados com zelo e respeito? A mudança que ajudamos a cravar no mundo?</p>
<p>Longe de ser mera especulação, pensar sobre essas questões é fundamental para termos clareza do que nos abastece de energia vital e começarmos, já, a incorporar essas escolhas em nosso cotidiano. De maneira gentil e atenta ao que ressoa em nós.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Teia de conexões gera felicidade </strong></h2>
<p>Os estudiosos que vêm destrinchando o <strong>funcionamento do cérebro</strong> afirmam que a felicidade é fruto de uma teia pulsante de conexões. Assim: uma ativação cerebral acontece em resposta a um estímulo e desencadeia uma série de alterações fisiológicas (batimentos cardíacos, pressão arterial, produções hormonais etc.) que, ao atingirem a consciência, são interpretadas como o ápice do contentamento.</p>
<p>“Por estar associada às respostas de prazer, ao bem-estar e, inclusive, à nossa saúde, a busca por estímulos capazes de gerar esse sentimento de felicidade seria algo inerente à própria natureza humana”, afirma Ana Carolina Souza, neurocientista e sócia-fundadora da empresa Nemesis Neurociência Organizacional. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Utopia da felicidade ininterrupta</strong></h2>
<p>É evidente que, para alguém cogitar a possibilidade de ser feliz, é imprescindível que haja condições  básicas de dignidade humana. Isso posto, podemos lembrar quão vasto é esse estado. Tal qual o vento, ele pode nos levar em todas as direções, a depender das inclinações do nosso universo particular. </p>
<p>“Cada pessoa conduz seu processo de felicidade por arenas distintas de vida e com modelos muito singulares. Porém, essa busca não pode se tornar uma ditadura, em que negamos nossas dores e adversidades e fingimos que a vida precisa ser ótima o tempo inteiro, o que gera uma utopia que pode desembocar na direção oposta: na infelicidade, por nos sentirmos incapazes de ser felizes ininterruptamente”, alerta Andréa Perez, docente no curso Psicologia Positiva, Ciência do Bem-estar e Autorrealização pela PUCRS, além de idealizadora e coordenadora da rede Felicidade Agora é Ciência.</p>
<p>E tem mais: se não tomarmos cuidado, esse objetivo nos torna egocentrados, alienados do fato de que o outro é parte fundamental dessa construção feita de inúmeros elos. “As pessoas que se importam e zelam pela felicidade de outros acabam sendo muito felizes com isso”, ressalta Andréa.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Relações sociais determinam o nosso grau de felicidade </span><span class="image_fonte">Imagem: Bibadash | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>As relações que fiamos </strong></h2>
<p>Por muito tempo, observa Ana Carolina, focamos a importância da<strong> atividade física,</strong> da alimentação saudável e dos cuidados com a saúde para nos sentirmos bem. “No entanto, estudos mais recentes vêm mostrando que a qualidade das nossas relações sociais pode ser ainda mais importante do que todos esses fatores, que, de qualquer forma, seguem sendo válidos para a pavimentação de um futuro mais próspero”, destaca a neurocientista.</p>
<p>Para se ter ideia, o suporte social e o pertencimento promovem alterações autonômicas, metabólicas, imunológicas e hormonais capazes de compensar ou até mesmo amenizar as mazelas do estresse. É por isso que pessoas solitárias e isoladas se tornam mais vulneráveis e acabam adoecendo. Ana Carolina se refere ao que Robert Waldinger, psiquiatra, psicanalista e professor Zen, e Marc Schulz, psicólogo, terapeuta e pesquisador – amigos há mais de 30 anos – esmiuçam no livro<em> Uma Boa Vida: Como viver com mais significado e realização</em> (Sextante). </p>
<p>A obra apresenta as descobertas do mais longo estudo científico sobre o que realmente nos faz felizes, conduzido pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Com base nos resultados colhidos ao longo de mais de 80 anos, abarcando três gerações e mais de 1.300 descendentes dos 724 participantes originais, ficou evidente que, dentre todos os aspectos que estruturam a vida humana e conferem a ela a possibilidade do florescimento, um deles é, sem dúvida, o mais decisivo para a percepção da satisfação que podemos sentir: nossos relacionamentos.</p>
<p>Sim, são os vínculos saudáveis e sólidos que fiamos com parceiros, familiares, amigos, colegas e colaboradores que determinam nosso grau de realização, saúde e felicidade, ainda que eles sejam imperfeitos e trabalhosos. “Relações de confiança, nas quais nos sentimos confortáveis de ser<br />quem somos, e que trazem a sensação de pertencimento e acolhimento são fundamentais para a construção de uma vida significativa e saudável. Esse fator, inclusive, é capaz de predizer o impacto que uma pessoa terá no seu declínio cognitivo e em sua saúde física”, aponta a neurocientista.</p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Laços não preenchem vazios </strong></h3>
<p>Mas é preciso que a gente saiba, de antemão, que nenhum laço deveria carregar a responsabilidade de remediar nossos vazios e faltas. “Os relacionamentos precisam ganhar outras perspectivas, que não a de nos preencher ou de dar sentido à nossa vida interior esvaziada. As relações se tornam um verdadeiro presente na medida em que nos ajudam a entrar em contato conosco mesmos, a descobrirmos e vivermos os elementos essenciais da nossa personalidade”, afirma Marlon Reikdal, psicoterapeuta junguiano e autor de <em>Em Busca de Si Mesmo: O poder do autodescobrimento como filosofia</em> (Vozes), entre outros títulos.</p>
<p>As relações elevam o nosso bem-estar, de acordo com o <strong>psicoterapeuta</strong>, pois é a partir delas que somos capazes de nos doar de uma forma que jamais seria possível estando a sós. Também por meio delas podemos descobrir nossa força, capacidade de traçar limites e nos valorizar.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fidelizar a si  </strong></h2>
<p>O ego é tentado a corresponder ao que a sociedade considera valoroso. E, enquanto nos empenhamos para sermos bem-sucedidos nos diversos papéis sociais, muitas vezes agindo para agradar e ser aceitos, nos afastamos das coisas que realmente nos alimentam e proporcionam regozijo profundo.  “Quanto mais o ego se dobra ou se conecta aos elementos interiores, mais amadurecida e plena a pessoa se torna”, aponta Reikdal.</p>
<p>Ele explica que o retorno ao primordial em nós é o que permite o desfrute de vivências significativas, que possuem efeitos duradouros em nosso íntimo e, a partir daí, na vida do lado de fora. “Amor a si, nesse contexto, tem a ver com reverenciar as verdades que nos definem, diferentemente das características da personalidade provisória que desenvolvemos para dar conta da existência na primeira metade da vida”, define.</p>
<p>Pode ser que leve tempo, altos, baixos e curvas até que a gente se aproxime de fato da nossa verdade interior e viva a partir dela com mais plenitude. “Não quer dizer que apenas depois dos 40 ou 50 anos é que vamos descobrir o que nos faz bem ou não, mas sim que, na maioria das vezes, precisamos ter experienciado a vida e seus enganos para começarmos a descobrir que certos valores da atualidade não são critérios seguros para basear nossas escolhas”, esclarece. “A viagem interior só ganha contornos mais significativos à medida que desenvolvemos um pensamento crítico em relação aos discursos sociais e conseguimos nos diferenciar deles, em busca de nós mesmos”.</p>
<p>“Costumo dizer que o atalho mais curto para a felicidade é ser quem você é, e a Psicologia Positiva permite que você acesse e seja mais de você, o que é importante diante de um contexto desfavorável, em especial das redes sociais, nas quais a comparação com outras pessoas e o afastamento de si mesmo, infelizmente, inibe que você seja mais de você, ao desejar ser mais de outras pessoas”, afirma Andréa Perez. </p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Extraindo aprendizado das dificuldades </strong></h3>
<p>É preciso lembrar que, por mais irmanados que estejamos ao nosso eu profundo, enfrentaremos dificuldades em muitos momentos. A diferença é que seremos capazes de atribuir sentido a essas experiências, e isso abrirá outro nível de percepção, um lugar muito mais interessante em nossa jornada.</p>
<p>“Não quer dizer que, ao modificarmos o olhar, tudo vai ser <strong>positivo ou prazeroso</strong>, mas que podemos nos empenhar em extrair um aprendizado de todas as experiências. Isso nos permite entender a vida como um convite ao autodescobrimento e à transformação interior e, por estarmos caminhando em direção ao nosso burilamento, certamente nos sentiremos mais realizados”, aponta Reikdal.</p>
<p>Depois de tanto estudar as causas da felicidade, Robert Waldinger e Marc Schulz também valorizam todas as tonalidades emocionais do viver e enfatizam que uma vida frutífera jamais virá a galope. “A vida boa é repleta de alegrias e desafios. Cheia de amor, mas também de dor. E podemos dizer que ela nunca acontece de fato. Na verdade, ela se desenrola com o passar do tempo. É um processo”.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Focar os pontos positivos da vida afasta os pensamentos negativos que atrapalham a felicidade </span><span class="image_fonte">Imagem: Katakari | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Compartilhar e sentir</strong></h2>
<p>Mesmo sabendo o que nos devolve o viço e o entusiasmo por estarmos aqui, vivos, pode ser difícil nos manter nessa frequência, pois a mente tem a tendência a focar experiências negativas ou aquilo que não fizemos – e ficar nos martirizando por isso. Entretanto, Ana Carolina assegura que podemos aprender a focar aquilo que existe de positivo em nossa rotina. Práticas simples e acessíveis, tais como exercitar a gratidão (exemplo: pense ou escreva sobre algo positivo que aconteceu no seu dia), refletir sobre o futuro que deseja e qual o caminho para chegar lá e a valorização das relações, ajudam a equilibrar o estresse cotidiano e amainar os vieses negativos inconscientes que podem estreitar a visão sobre a nossa própria vida.</p>
<p>“Lembre-se ainda de situações e momentos nos quais você sentiu grande orgulho de ter participado, feito ou conquistado algo. O objetivo desses exercícios não é fugir da realidade ou ignorar os desafios vividos, mas ser capaz de ampliar a visão e se conectar com aquilo que promove bem-estar e permite a cada pessoa sentir com maior frequência sentimentos como a felicidade”, propõe a neurocientista.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Motivação intrínseca</strong></h2>
<p>Encontrar propósito em nossas atividades é outra forma de ver a alegria se esparramar. Acredite, esse termo, tão popular, é mais do que um discurso. Na visão da neurociência, ele seria um tipo de combustível descrito como motivação intrínseca. Ao identificar o seu propósito, uma pessoa passa a compreender de forma consciente aquilo que a move e faz com que se ligue a indivíduos e grupos que compartilham um mesmo conjunto de valores, fortalecendo o senso de pertencimento.</p>
<p>“Pessoas que estão conectadas a um propósito e entendem qual a importância de sua contribuição – seja ela qual for – para a <strong>comunidade</strong> possuem hábitos de vida mais saudáveis e, inclusive, apresentam maior longevidade”, lista a neurocientista.</p>
<p>Ainda por cima, uma vida rica em propósito inevitavelmente desembocará num belo legado. Na obra <em>A Vida Feliz: Sabedorias antigas e espiritualidade laica</em> (Vozes), o filósofo francês Luc Ferry chama a atenção para o rastro que vamos deixar aos que vierem depois de nós. Transmissão e partilha, segundo ele, são palavras indispensáveis para uma vida repleta, que nos beneficia justamente porque farão o mesmo por outras pessoas. Na intensa e exigente jornada da vida, bem-aventurado aquele que, de tão abastecido, derrama o bem.</p>
<p><em>Por Raphaela Campos Mello – revista Vida Simples </em></p>
<p><em>Jornalista. O passo lento faz bem a ela, pois assim consegue pinçar encantos miúdos e partilhá-los.</em></p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/valorizar-o-que-te-faz-bem-e-o-caminho-para-a-felicidade.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>8 dicas para cuidar de idosos nos dias quentes</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 17:09:55 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/8-dicas-para-cuidar-de-idosos-nos-dias-quentes-750x500.jpg" 0="" alt="8 dicas para cuidar de idosos nos dias quentes" /><div></div>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o calor mata 15 milhões de pessoas ao ano. Um dos grupos que mais tendem a sofrer com as altas temperaturas é o dos idosos. Eles não sentem sede, e isso pode levar à desidratação. </p>
<p>Por consequência, cansaço, tontura, fraqueza, confusão mental e batimentos cardíacos acelerados podem surgir como efeitos do calor — e, se o idoso já tem uma condição médica crônica, tudo tende a piorar. Por isso, separamos algumas dicas para você cuidar dessas pessoas nos dias quentes. Confira!</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Ofereça água</strong></h2>
<p>O centro de percepção da sede no cérebro dos idosos pode não funcionar de forma adequada, levando essas pessoas a não terem a sensação de sede mesmo estando necessitadas de água. “Ofereça água regularmente, a cada uma ou duas horas, mesmo que eles [os idosos] não sintam sede. Vale incluir ao longo do dia sucos naturais e água de coco, que são boas opções para repor eletrólitos, <strong>minerais que mantêm as funções vitais</strong>”, explica o  nefrologista Hélio Vida Cassi, sócio do Instituto do Rim do Paraná. </p>
<p>A falta de água e a consequente desidratação afetam os rins, responsáveis por filtrar o sangue e manter o fluido do organismo equilibrado. E, de acordo com o especialista, que é médico parceiro da Solary Ville, casa de repouso <em>premium</em> de Curitiba (PR), podem ocorrer vários problemas: </p>
<p>“Diminuição da função renal, ter a urina escura, menor frequência urinária, formação de cálculos renais, as chamadas pedras nos rins, e as infecções do trato urinário. Sabe-se que, em idosos, as infecções podem evoluir rapidamente para casos graves. Então, é importante hidratar”, alerta.  </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Roupas leves</strong></h2>
<p>Dê preferência para aqueles tecidos respiráveis, que ajudam a dissipar o calor. Vale ainda proteger a cabeça com um boné ou chapéu para evitar insolação. Usar óculos escuros também é uma forma de proteger a visão. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Atividades ao ar livre</strong></h2>
<p>Sim, elas são recomendáveis, mas evite o período entre 10h e 16h, quando o sol está mais intenso. Isso porque, além de insolação, pode ocorrer a desidratação, que leva a outras condições de saúde, como queda de pressão, tontura e até desmaios. </p>
<p>Expor-se ao sol diariamente na parte da manhã, por cerca de 15 a 30min, é benéfico, pois ajuda a sintetizar a vitamina D, importante para o fortalecimento dos ossos.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Uma das formas de manter os cômodos da casa mais arejados para os idosos é aproveitar o uso do ar-condicionado </span><span class="image_fonte">Imagem: fizkes | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Cômodos mais frescos</strong></h2>
<p>Mesmo estando dentro de casa, <strong>o idoso pode passar mal com o calor</strong>, afinal essa época costuma ser mais abafada. Além das janelas abertas para promover a circulação de ar, vale ter um ventilador e/ou ar-condicionado para deixar o ambiente ainda mais arejado. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Proteção solar</strong></h2>
<p>Visando evitar o risco de queimaduras e outras complicações de saúde, como o câncer de pele, invista no protetor solar. Para aqueles idosos que são carecas, é preciso aplicar em todo o couro cabeludo. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Monitore a saúde </strong></h2>
<p>Vale ficar alerta e, qualquer problema, ligar para o especialista de confiança ou levar o idoso ao pronto-atendimento. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Alimentação leve e equilibrada </strong></h2>
<p>Coloque no cardápio frutas e vegetais com alto teor de água. Melancia, melão e pepino ajudam na hidratação e com os nutrientes essenciais. Em tempo: se o idoso tiver algum tipo de alimentação especial, é preciso conversar com o nutricionista para ver se o cardápio pode ser alterado. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. Medicamentos sensíveis ao calor </strong></h2>
<p>Eles devem ser conservados em locais secos e frescos para não perderem a sua eficácia. Siga também corretamente a administração. “O momento da medicação também é uma ótima opção para oferecer água ao idoso. É mais uma estratégia para que ele consiga ficar bem hidratado nesses dias quentes”, conclui o nefrologista. </p>
<p><em>Por Gabi Vasconcelos</em></p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/8-dicas-para-cuidar-de-idosos-nos-dias-quentes.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>5 benefícios da atividade física na melhor idade</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 21:09:46 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/5-beneficios-da-atividade-fisica-na-melhor-idade-750x500.jpg" 0="" alt="5 benefícios da atividade física na melhor idade" /><div></div>
<p>Praticar atividade física é fundamental para manter a saúde do corpo em todas as fases da vida, mas, especialmente na melhor idade, o hábito desempenha um papel ainda mais crucial. Isso porque, a partir dos 40 anos, o corpo começa a perder massa muscular de forma gradual, afetando significativamente a capacidade funcional dos indivíduos e impactando sua autonomia e independência. </p>
<p>De acordo com um artigo publicado no <em>Journal of Cachexia, Sarcopenia and Muscle</em> em 2015, indivíduos acima dos 40 anos podem perder em média de 3% a 8% de massa muscular por década. A consequência dessa perda não é apenas uma diminuição da força, mas também um impacto negativo em sistemas vitais do corpo. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Consequências da perda de massa muscular </strong></h2>
<p>Segundo o educador físico Giulliano Esperança, a redução da <strong>massa muscular</strong> está associada a diversos efeitos adversos ao corpo, como:</p>
<p>Problemas no sistema circulatório, elevando o risco de doenças cardiovasculares;<br />
Enfraquecimento muscular;<br />
Aumento da pressão arterial;<br />
Maior risco de diabetes tipo 2;<br />
Dores articulares;<br />
Maior suscetibilidade a quedas e fraturas. </p>
<p>No entanto, a atividade física regular pode mitigar esses efeitos, em particular os exercícios de resistência, essenciais para a manutenção e até mesmo para o aumento da massa muscular em pessoas mais velhas. Isso porque melhoram a circulação sanguínea, reduzem a pressão arterial e ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens da prática de exercícios físicos </strong></h2>
<p>A seguir, confira mais 5 benefícios proporcionados pela atividade física na melhor idade para te incentivar a manter o corpo ativo:</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>1</strong>. <strong>Aumenta a qualidade de vida </strong></h2>
<p>A atividade física não é apenas baseada na manutenção da massa muscular, trata-se de uma parte integrante de um estilo de vida que valoriza cada movimento, cada respiração e cada momento vivido, permitindo às pessoas não apenas viver mais, mas viver melhor. </p>
<p>“Mais do que a manutenção da saúde física, o exercício na melhor idade é fundamental para a qualidade de vida, pois a prática de movimentos e a harmonia entre corpo e mente vai além do simples esporte, permite que as pessoas continuem realizando suas atividades diárias”, diz o educador físico.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Incentiva a autonomia física</strong></h2>
<p>A autonomia física na melhor idade é um pilar crucial para a manutenção da dignidade e da <strong>qualidade de vida. </strong>A capacidade de realizar atividades do dia a dia sem dependência externa não é apenas uma questão de funcionalidade, mas um direito intrínseco a viver com plenitude e autoestima. Por meio da atividade física regular, os idosos podem manter e, em alguns casos, recuperar a autonomia, o que impacta diretamente seu senso de realização e independência.</p>
<p>“[O exercício físico] permite que as pessoas continuem realizando suas atividades diárias, mantendo sua independência e autonomia. Além disso, contribui para saúde mental, reduzindo o risco de depressão e melhorando a autoestima”, afirma Giulliano Esperança.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">A prática regular de exercícios físicos ajuda a reduzir o risco de depressão </span><span class="image_fonte">Imagem: Inside Creative House | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Reduz o risco de depressão </strong></h2>
<p>Além do aspecto físico, o impacto emocional e cognitivo da atividade física na melhor idade é profundo. Frequentemente, essa fase da vida pode ser marcada por sentimentos de solidão e isolamento, que podem desencadear ou agravar quadros de depressão.</p>
<p>A prática regular de exercícios físicos demonstra ser uma ferramenta eficaz na mitigação desses sintomas. Estudos indicam que a atividade física regular não apenas melhora o humor, mas também contribui significativamente para a saúde mental, promovendo a liberação de endorfinas, conhecidas como hormônios da felicidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Melhora a concentração e a memória </strong></h2>
<p>A atividade física tem um impacto positivo na função cognitiva. A <strong>prática de exercícios</strong>, especialmente aqueles que estimulam a coordenação e o equilíbrio, pode melhorar a concentração, a memória e outras funções cognitivas. Segundo pesquisa publicada no<em> British Journal of Sports Medicine</em>, a atividade física regular está associada a um menor risco de declínio cognitivo em idosos. Isso sugere que a integração do movimento na rotina diária não é apenas benéfica para o corpo, mas também vital para manter a mente ágil e saudável. </p>
<p>A conexão entre o movimento e a saúde emocional na melhor idade é indissociável. Ao incentivar a prática regular de atividades físicas, estamos promovendo não apenas a longevidade, mas também a vivência de uma vida emocionalmente rica e cognitivamente ativa. Essa abordagem holística do bem-estar enfatiza que cada passo, cada movimento, cada esforço físico é um investimento na própria essência do ser humano. Ao cultivar a saúde física, estamos simultaneamente nutrindo a saúde mental e emocional.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Fortalece múltiplos grupos musculares</strong></h2>
<p>Uma das atividades físicas fundamentais e benéficas para a melhor idade é o agachamento, incluindo a sua variante mais acessível: o exercício de sentar e levantar de uma cadeira. Este movimento simples, mas poderoso, tem uma correlação direta com a autonomia e a longevidade.</p>
<p>Cientificamente, o agachamento é reconhecido por fortalecer múltiplos <strong>grupos musculares</strong>, especialmente aqueles envolvidos na locomoção e no equilíbrio. De acordo com um estudo publicado no <em>European Journal of Preventive Cardiology</em>, em 2014, a capacidade de sentar e levantar-se do chão sem assistência foi associada a uma menor taxa de mortalidade em adultos mais velhos. Este ato, que pode parecer trivial, é, na verdade, um indicador robusto da força e saúde muscular, além de flexibilidade.</p>
<p>Tais movimentos não apenas aumentam a força muscular, mas também melhoram a coordenação, o equilíbrio e a mobilidade geral. Isso é crucial, pois a capacidade de se mover com confiança e sem ajuda é um componente essencial da autonomia na vida diária. Além disso, a prática desses exercícios tem impacto na prevenção de quedas, uma das principais causas de lesões graves em idosos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/5-beneficios-da-atividade-fisica-na-melhor-idade.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Aprenda exercício físico para aliviar a prisão de ventre</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 21:09:46 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/aprenda-exercicio-fisico-para-aliviar-a-prisao-de-ventre-750x500.jpg" 0="" alt="Aprenda exercício físico para aliviar a prisão de ventre" /><div></div>
<p>A prisão de ventre, também conhecida como constipação intestinal, é caracterizada pela dificuldade de evacuar. Vários fatores são responsáveis pelo mau funcionamento do intestino, como alimentação desregulada ou desbalanceada, sedentarismo e pouco consumo de água. </p>
<p>Praticar alguma atividade física, por exemplo, é sempre recomendado por médicos e outros profissionais da saúde, pois oferece diversos benefícios para o funcionamento do corpo, inclusive, é benéfico para quem tem problemas com prisão de ventre. </p>
<p>“<strong>A atividade física</strong> regular ajuda no controle da massa corporal e do estresse, fatores diretamente associados ao intestino desregulado. Além disso, exercícios específicos melhoram o tônus das musculaturas abdominal e pélvica, fato que auxilia na prevenção e no tratamento dessas desordens”, explica o preparador físico Marcos Vinícius.  </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Equilíbrio na atividade física </strong> </h2>
<p>Se a pessoa é sedentária e busca a atividade física como uma alternativa de tratamento para os problemas intestinais, precisa começar com uma intensidade menor. “Evitando grandes números de repetições e sobrecargas externas que possam gerar desordens mioarticulares, buscando exercícios que trabalhem com peso do próprio corpo, sempre acompanhadas de um profissional de educação física”, aconselha Marcos Vinícius. Exercícios como corrida, caminhada e <strong>bicicleta</strong> costumam auxiliar no tratamento de pessoas com o intestino preso. </p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Atividade física 3 vezes na semana favorece o funcionamento do intestino </span><span class="image_fonte">Imagem: Prostock-studio | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Frequência da prática  </strong> </h2>
<p>É importante evitar fazer exercícios nos momentos de crise ou de dor intensa, para que a atividade não gere maiores desconfortos. “Caso a prática de exercício tenha como foco apenas o tratamento de <strong>desordens intestinais</strong>, a prática durante 3 vezes na semana por períodos de pelo menos 30 minutos já é suficiente para o tratamento e manutenção de uma vida saudável”, explica o preparador físico. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Exercício para fazer em casa</strong> </h2>
<p>O preparador físico Marcos Vinícius ensina um exercício para ajudar a melhorar a prisão de ventre. Veja:  </p>
<p>Deite-se com a barriga para cima e pressione as coxas contra a barriga, abraçando as pernas dobradas.<br />
Deite-se em um local macio e mantenha as <strong>suas costas retas</strong>.<br />
Logo após, eleve as suas pernas dobradas sobre a barriga e retorne tocando os pés no chão, respire profundamente durante a execução.  <br />
Sente-se sobre os seus calcanhares, expire e inspire profundamente.<br />
Depois, encolha rápido a barriga, expulsando todo ar.<br />
Logo após, empurre a barriga para fora inspirando. Repita isso várias vezes para dentro e para fora. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Procure por ajuda médica </strong> </h2>
<p>Caso os sintomas da prisão de ventre persistam, é importante procurar ajuda médica. Dessa forma, evita-se que o problema desencadeie outras doenças, como fissuras no ânus, hemorroidas e inflamação na parede interna do intestino.  </p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/aprenda-exercicio-fisico-para-aliviar-a-prisao-de-ventre.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>9 tipos de protetor solar para conhecer </title>
		<link>https://ivanaimoveisguarapari.com.br/9-tipos-de-protetor-solar-para-conhecer/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 15:08:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/9-tipos-de-protetor-solar-para-conhecer-750x500.jpg" 0="" alt="9 tipos de protetor solar para conhecer " />O uso do protetor solar desempenha um papel crucial na preservação da saúde da pele e na prevenção dos danos causados pela exposição aos raios solares.<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/9-tipos-de-protetor-solar-para-conhecer-750x500.jpg" 0="" alt="9 tipos de protetor solar para conhecer " /><div></div>
<p>O uso do protetor solar desempenha um papel crucial na preservação da saúde da pele e na prevenção dos danos causados pela exposição aos raios solares. A radiação ultravioleta (UV) é uma das principais causas de danos cutâneos, como queimaduras, envelhecimento precoce e aumento do risco de câncer de pele. Além disso, o uso regular também ajuda a minimizar o aparecimento de manchas escuras, rugas e linhas finas.  </p>
<p>Todavia, para proteger adequadamente a pele, é importante estar atento a algumas características. “Um <strong>protetor solar</strong> adequado deve oferecer amplo espectro de proteção solar, com, no mínimo, FPS 30 e um terço desse valor de PPD ou FP-UVA, que indicam o fator de proteção solar contra a radiação UVB e UVA, respectivamente […]”, explica a dermatologista Dra. Ana Maria Pellegrini, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.  </p>
<p>É importante aplicar o produto corretamente e reaplicá-lo a cada duas horas, em média, ou após nadar ou suar. Além disso, observar o veículo do protetor solar – isto é, se ele é em creme, spray, pó etc. – é fundamental para assegurar a proteção da pele. Por isso, abaixo, conheça alguns tipos!  </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Protetor solar cremoso </strong></h2>
<p>Esse tipo de protetor solar tem textura suave e fácil aplicação. Ele é ideal para pele seca ou madura, pois proporciona hidratação adicional. “A grande vantagem desse tipo de protetor solar está no fato de ser mais fácil dosar a quantidade ideal do produto para ser <strong>aplicado no rosto e corpo</strong>, assim garantindo uma aplicação mais consistente e, logo, uma proteção mais eficaz”, explica a Dra. Ana Maria Pellegrini. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Protetor solar bastão </strong></h2>
<p>O protetor solar em bastão proporciona uma aplicação precisa e prática, sendo ótimo para áreas sensíveis e ideal para rosto, lábios e áreas pequenas. “Esses produtos geralmente são muito resistentes à água e ao suor, não escorrendo ou causando ardência nos olhos, então podem ser interessantes para praticantes de atividade física, por exemplo”, diz a médica.  </p>
<p>No entanto, segundo ela, é um tipo de protetor solar que dificulta identificar quanto de produto está sendo aplicado na pele, exigindo que seja passado mais de uma vez na mesma área para garantir a proteção.  </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Protetor solar em spray </strong></h2>
<p>O protetor solar em spray, de fácil aplicação e com garantia de <span>cobertura uniforme</span><strong>, </strong>é conveniente para áreas de difícil alcance. “O produto deve ser aplicado com movimentos circulares, certificando-se de que cubra cada cantinho de pele. Além disso, por ser mais fluido, pode sair com mais facilidade, necessitando de reaplicações frequentes […]”, explica a Dra. Ana Maria Pellegrini.  </p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">O protetor solar em gel é ideal para peles oleosas, pois tem uma consistência aquosa </span><span class="image_fonte">Imagem: Julia Cherk | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Protetor solar em gel </strong></h2>
<p>O protetor solar em gel se destaca por sua textura leve e refrescante. Ele é caracterizado por sua consistência aquosa, permitindo uma aplicação suave e rápida na pele. A absorção rápida o torna ideal para <strong>peles oleosas</strong>, proporcionando uma sensação fresca e não gordurosa. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Protetor solar em pó </strong></h2>
<p>Com textura em pó, esse tipo de protetor solar é ótimo para retoques e ideal para peles oleosas, visto que oferece acabamento matte. “O problema é que é muito difícil atingir a proteção adequada com os protetores solares em pó, pois, na grande maioria dos casos, são utilizadas quantidades insuficientes do produto, para não deixar a pele com um aspecto pesado, e a cobertura não é uniforme”, alerta a médica. Por isso, ela recomenda utilizar essa versão após aplicar o protetor solar líquido ou cremoso.  </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Protetor solar em base </strong></h2>
<p>Integrado à <strong>maquiagem</strong>, o protetor solar em base oferece cobertura leve e aprimora a pele. No entanto, assim como o pó, ele não protege totalmente contra os danos causados pelo sol devido à quantidade utilizada.  </p>
<p>“Para quem gosta da praticidade das bases com FPS, recomendo investir em um protetor solar com cor, que, além de cobrir imperfeições, oferece proteção solar física e química de amplo espectro, atuando contra os danos da radiação UVA, UVB, infravermelho e também da luz visível”, completa a Dra. Ana Maria Pellegrini. </p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">O protetor solar mineral é recomendado para pessoas com pele sensível </span><span class="image_fonte">Imagem: Irina Bg | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Protetor solar mineral </strong></h2>
<p>O protetor solar mineral é uma opção que utiliza minerais físicos, como óxido de zinco e dióxido de titânio, como ingredientes ativos. Diferentemente dos protetores químicos que absorvem os raios ultravioleta, eles agem como uma barreira física, refletindo a <strong>luz solar</strong>. Suas vantagens incluem a adequação para peles sensíveis, pois os minerais tendem a ser menos propensos a causar irritações. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. Hidratante com FPS </strong></h2>
<p>Geralmente, essas são fórmulas hidratantes com fator de proteção solar. “[…] Os hidratantes com FPS têm como principal função hidratar a pele, então a proteção solar é apenas um benefício adicional e, muitas vezes, não são testados para esse fim. Além disso, oferecem apenas proteção contra a radiação UVB, indicada pelo FPS, mas não contra a radiação UVA, que, nos protetores solares, é indicada pela sigla PPD ou FP-UVA”, afirma a dermatologista. Isso quer dizer que, mesmo utilizando o hidratante com FPS, é importante aplicar o protetor solar para realmente proteger a pele dos danos causados pelo sol.  </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>9. Protetor solar líquido </strong></h2>
<p>Esse tipo de protetor solar tem <strong>textura leve e líquida</strong> para fácil aplicação. Com absorção rápida, ele é ideal para uso diário. “O protetor solar líquido ou fluido é especialmente recomendado para pessoas de pele oleosa ou acneica, pois tem absorção mais rápida e não deixa a pele pegajosa, garantindo um toque seco, além de ser mais fácil de espalhar”, diz a dermatologista.  </p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/9-tipos-de-protetor-solar-para-conhecer.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>10 dicas simples para começar a meditar</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 15:08:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/10-dicas-simples-para-comecar-a-meditar-750x500.jpg" 0="" alt="10 dicas simples para começar a meditar" />A prática da meditação remonta há milênios e tem suas raízes em diversas tradições espirituais e filosóficas antigas. Originando-se em culturas como a hindu, budista e<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/10-dicas-simples-para-comecar-a-meditar-750x500.jpg" 0="" alt="10 dicas simples para começar a meditar" /><div></div>
<p>A prática da meditação remonta há milênios e tem suas raízes em diversas tradições espirituais e filosóficas antigas. Originando-se em culturas como a hindu, budista e taoísta, ela inicialmente era uma ferramenta para alcançar a compreensão mais profunda da existência e a conexão com o divino. No entanto, ao longo do tempo, essa prática milenar se expandiu e transcendeu fronteiras culturais, encontrando lugar em várias tradições religiosas e seculares.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Benefícios da meditação</strong></h2>
<p>Os <strong>benefícios da meditação</strong> são vastos e comprovados cientificamente. Além de promover a tranquilidade mental e emocional, ela está associada à redução do estresse, ansiedade e depressão. Estudos também indicam melhorias na concentração, na clareza mental e na qualidade do sono.</p>
<p>Segundo Jonas Masetti, acharya e fundador do Vishva Vidya, organização referência em cultura védica no Brasil, meditar também ajuda a garantir o bem-estar de maneira geral e a ter produtividade no ambiente de trabalho. “É um modo de valorizar a busca do equilíbrio interior independentemente do mundo externo”, diz.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>Inserindo a meditação na rotina</strong></h2>
<p>A meditação é uma <strong>prática acessível e transformadora</strong> que pode ser realizada por meio de passos simples. Por isso, a seguir, confira 10 dicas para você começar meditar!</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>1. Estabeleça uma rotina</strong></h2>
<p>Defina um horário específico para meditar todos os dias. Isso cria um hábito e ajuda a integrar a meditação à sua vida diária. “Pode parecer estranho no início, mas a persistência na prática diminui a ansiedade, melhora a depressão e o sono, controla a pressão arterial e diminui os batimentos cardíacos”, Edson Moraes, coach executivo e sócio do Espaço Meio.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>2. Escolha um local tranquilo</strong></h2>
<p><strong>Encontre um lugar silencioso</strong> e confortável para meditar. Isso ajuda a minimizar distrações e permite que você se concentre melhor.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">A postura de lótus é muito utilizada na meditação </span><span class="image_fonte">Imagem: 220 Selfmade studio | ShutterStock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>3. Postura adequada</strong></h2>
<p>Sente-se com as costas eretas e os pés apoiados no chão ou na postura de lótus. Isso facilita a respiração e mantém o corpo alerta, promovendo uma experiência mais profunda.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>4. Comece com breves sessões</strong></h2>
<p>Inicialmente, medite por períodos curtos, como 5 a 10 minutos. À medida que se torna mais confortável, você pode aumentar gradualmente a duração.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>5. Foque na respiração</strong></h2>
<p>Concentre-se na respiração para acalmar a mente. Inspire profundamente e expire lentamente, observando cada respiração. “<strong>Ao meditar</strong>, a pessoa relaxa e desobstrui sua mente dos problemas cotidianos por alguns minutos. Ela se desliga das suas cargas negativas por aquele momento e, consequentemente, depois disso fica muito mais tranquila e consciente para lidar com o que vier pela frente”, afirma Jonas Masetti.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>6. Aceite distrações sem julgamento</strong></h2>
<p>Se distrações surgirem, não se critique. Simplesmente volte sua atenção para a respiração. A prática é sobre a conscientização, não perfeição.</p>
<p>“A <strong>autoconsciência é o começo de tudo</strong>. Precisamos ter mais consciência dos nossos pensamentos e entendê-los, uma vez que, por meio dessa prática, podemos aprender a compreender as emoções e conseguimos transformá-las em padrões de comportamento”, comenta Thais Galassi, palestrante, mentora de inteligência emocional e especialista em mindset.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">A meditação guiada é ótima para os iniciantes na prática </span><span class="image_fonte">Imagem: Caterina Trimarchi | ShutterStock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>7. Use guias de meditação</strong></h2>
<p>Inicialmente, pode ser útil seguir guias de meditação. Existem muitos recursos online que oferecem instruções passo a passo, como aplicativos e vídeos no YouTube.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>8. Explore diferentes tipos de meditação</strong></h2>
<p>Existem <strong>vários tipos de meditação</strong>, como zazen, ativa, transcendental, mindfulness, entre outras. É importante estudar ou experimentar algumas delas para saber com qual você mais se identifica, pois o tipo ideal será aquele que você terá mais facilidade para manter a prática.</p>
<p>A especialista em Programação Neurolinguística e Hipnose, Mileine Vargas, explica duas técnicas que ensina em seus cursos: “Uma delas é a meditação guiada, em que somos orientados por um professor, essa meditação é baseada em metáforas. A outra é mais simples, apenas se concentrando na respiração com um tempo de 10 a 30 minutos […]”, ensina.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>9. Integre a meditação à vida diária</strong></h2>
<p>Pratique a atenção plena em atividades diárias, como caminhar, comer ou lavar louça. Isso ajuda a levar a paz da meditação para o cotidiano.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong></strong><strong>10. Seja consistente</strong> </h2>
<p>A <strong>prática regular é crucial</strong>. Mesmo em dias agitados, reserve um tempo para meditar, pois isso ajuda a construir a habilidade de se desconectar do caos. “Não existe só um jeito de meditar, muito menos um só lugar ou horário para tal. É possível, por exemplo, praticá-la no ambiente de trabalho, com a criação de espaços tranquilos. Ou seja, quem decide meditar não vai virar a sua agenda do avesso”, destaca Jonas Masseti.</p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/10-dicas-simples-para-comecar-a-meditar.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>4 dicas para definir o abdômen até o Carnaval</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 23:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viva Melhor]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/4-dicas-para-definir-o-abdomen-ate-o-carnaval-750x500.jpg" 0="" alt="4 dicas para definir o abdômen até o Carnaval" />Após a temporada das festas de final de ano, começam os preparativos para o Carnaval. Mas será que ainda dá tempo de preparar o corpo para<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/4-dicas-para-definir-o-abdomen-ate-o-carnaval-750x500.jpg" 0="" alt="4 dicas para definir o abdômen até o Carnaval" /><div></div>
<p>Após a temporada das festas de final de ano, começam os preparativos para o Carnaval. Mas será que ainda dá tempo de preparar o corpo para curtir os dias de folia com mais energia, disposição e ainda ganhar um <em>shape </em>mais definido? Dá sim! É o que diz Monikká Souza (Monikita Fit), empresária e treinadora fitness especialista em pilates, treinamento funcional e musculação. Por isso, ela lista 5 dicas para você colocar em prática a partir de hoje. Confira!</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Aumente a ingestão de água</strong></h2>
<p>Faça o cálculo de 35 ml x seu peso e o resultado será a <strong>quantidade mínima de água </strong>que deve ser ingerida por dia. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Evite alimentos processados </strong></h2>
<p>Elimine doces, álcool, refrigerante, enlatados e frituras da sua alimentação até o Carnaval, pelo menos. </p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">Praticar um pouco de atividade física ajuda a sair do sedentarismo </span><span class="image_fonte">Imagem: E.Va | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Faça atividade física </strong></h2>
<p>Pratique pelo menos 15 minutos de exercício físico por dia. Uma <strong>caminhada</strong> já está ótima para sair do sedentarismo. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Melhore a qualidade do seu sono</strong></h2>
<p>Durma de 7 a 9 horas por <strong>noite</strong> para garantir o bem-estar do corpo e da mente. </p>
<p><em>Por Gabriela Andrade </em></p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/4-dicas-para-definir-o-abdomen-ate-o-carnaval.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Entenda a importância da autorresponsabilidade no equilíbrio emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 21:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viva Melhor]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/entenda-a-importancia-da-autorresponsabilidade-no-equilibrio-emocional-750x500.jpg" 0="" alt="Entenda a importância da autorresponsabilidade no equilíbrio emocional" />Por um longo período, me achei no direito de controlar as situações para que acontecessem conforme o meu script ideal. Tudo tinha um roteiro e não<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://jpimg.com.br/uploads/2024/01/entenda-a-importancia-da-autorresponsabilidade-no-equilibrio-emocional-750x500.jpg" 0="" alt="Entenda a importância da autorresponsabilidade no equilíbrio emocional" /><div></div>
<p>Por um longo período, me achei no direito de controlar as situações para que acontecessem conforme o meu <em>script</em> ideal. Tudo tinha um roteiro e não aceitava que ninguém palpitasse em alguma cena planejada por mim. Afinal, quem mais poderia compreender as nuances da trama que eu mesmo tinha elaborado?</p>
<p>Acontece que me enganava constantemente acreditando que a vida permitia ser controlada, como se fosse possível conter o fluxo de um rio com as minhas mãos. Era eu, na verdade, um personagem preso em suas próprias amarras, uma panela de pressão com uma tampa apertada sobre a cabeça, fumaçando e prestes a explodir a qualquer momento. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de saber lidar com imprevistos</strong></h2>
<p>Qualquer coisinha que saísse do controle me deixava nervoso, especialmente se envolvesse algo pelo qual aguardava havia bastante tempo. Uma fila mais longa do que o comum, um pneu furado, um ônibus atrasado, uma chuva não prevista e lá estava eu tenso, fazendo “tempestade em copo d’água”, expressão popular que descreve a tendência de algumas pessoas em dramatizar situações aparentemente triviais. </p>
<p>Claro que, a princípio, meu drama não poderia ser considerado um drama. Eu tinha toda razão de me exaltar, de ficar zangado com a vida, com os deuses e com o Universo. Mas será mesmo que tinha? Será que eu não estava exagerando?</p>
<p>É inegável que todos nós enfrentamos momentos em que as pressões do dia a dia nos levam a reagir de maneira desproporcional a eventos aparentemente insignificantes. Por outro lado, há situações em que a expressão intensa de emoções é totalmente justificada. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso entender os sentimentos</strong></h2>
<p>Em um mundo que muitas vezes pressiona pela contenção emocional, é crucial reconhecer que as pessoas têm o direito de expressar suas preocupações, medos e frustrações. Negar esse espaço pode levar a um acúmulo prejudicial de emoções, afetando não apenas o bem-estar individual, mas também as relações interpessoais.</p>
<p>Mas, se, diante dessa multiplicidade de coisas, somos nós que atribuímos sentido e peso aos acontecimentos, como entender quando estamos de “mimimi” e quando realmente temos razão em nos exaltar? A chave principal para chegar a essa resposta pode ser a autorresponsabilidade. É no que acredita a terapeuta holística Emily Mallorca Wagner. </p>
<p>De acordo com ela, a autorresponsabilidade é um dos fatores mais importantes em nossa caminhada do autoconhecimento e do reconhecimento das nossas dores, <strong>traumas</strong> e vivências, bem como da ótica pela qual nós fomos ensinados a ver o mundo. </p>
<p>“Ela nos faz perceber o quanto é que realmente o que estou sentindo agora tem a ver com o outro ou tem a ver comigo mesma, porque, no fim das contas, é tudo sobre a gente mesma, sobre as nossas dores, as nossas questões. Mas e o outro? Ele está servindo para que o seu gatilho seja acionado, para que você possa olhar para aquela dor e ressignificá-la”, esclarece.</p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">A  a autorresponsabilidade é um dos fatores mais importantes em nossa caminhada </span><span class="image_fonte">Imagem: VectorMine | Shuttertstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O autoconhecimento nos mostra outras perspectivas</strong></h2>
<p>Como adultos, somos, em teoria, capazes de administrar as nossas emoções. No entanto, o processo do autoconhecimento é por tantas vezes nebuloso, necessitando que alguém pegue a nossa mão e vá nos mostrando um caminho até percebermos o que faz ou não faz sentido em determinado movimento. </p>
<p>“Com o autoconhecimento, o indivíduo tem a oportunidade de ter acesso a <strong>outras perspectivas</strong>, podendo verificar consigo mesmo se os seus desconfortos estão compatíveis com o que está acontecendo, sendo capaz de lidar melhor com problemas e desafios que lhe são apresentados, tendo uma visão mais precisa da sua realidade atual”, acrescenta a psicóloga clínica Adriana Miranda Tokunaga. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não se compare com os outros</strong></h2>
<p>O primeiro passo para desenvolver a autorresponsabilidade é a gente perceber que a nossa realidade não é a realidade do outro. Emily destaca que tendemos a tomar como verdade aquilo que fomos ensinados, mas, mesmo que gere uma resistência, é importante expandir os nossos horizontes, percebendo que existe um mundo de possibilidades fora da nossa moldura. Ou seja, soltar o falso controle da vida. </p>
<p>“Quando entramos no controle da situação, queremos manipular e ficamos focados somente no que estamos sentindo. E, às vezes, assumimos a posição do vitimismo. Quando percebemos as demais realidades, saímos desse movimento do narcisismo, do coitadismo e do maniqueísmo também”, enfatiza a terapeuta. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da empatia no convívio social </strong></h2>
<p>É claro que, à medida que aceitamos e assumimos que estamos dentro de um contexto que é muito maior, podemos, por vezes, nos sentir desnorteados ou até mesmo perdidos. Praticar o respeito por nós mesmos é o que devemos fazer nesse momento. Tão importante igualmente é cultivar a empatia e compreender que, por trás de uma aparente reação exagerada, pode estar um indivíduo lidando com desafios mais profundos e complexos. </p>
<p>“Nos tempos atuais, <strong>vivemos em uma constante corrida</strong> para dar conta de tudo a que nos propomos fazer. Para se adaptar, nossa mente trabalha incessantemente para tentar acomodar nossos desconfortos, na tentativa de nos regular. Porém, com a sobrecarga de informações e a velocidade em que tudo acontece, não temos tempo de desenvolver novos recursos para lidar com tais incômodos, o que nos coloca em um lugar de autocobrança e desmotivação, que pode desencadear doenças físicas e mentais”, complementa a psicóloga. </p>
<div class="post_image"><span class="image_credits">É importante acolher as emoções das crianças </span><span class="image_fonte">Imagem: VectorMine | Shutterstock</span></div>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso respeitas as emoções das crianças </strong></h2>
<p>Tal como fazemos com nós mesmos, muitos adultos e educadores se veem prontos a recriminar certos comportamentos dos pequenos, rotulando-os como “apenas drama”. Essa atitude, no entanto, é mais prejudicial do que construtiva, pois, na maioria das vezes, reflete uma falta de acolhimento e segurança para que as <strong>crianças possam expressar suas emoções de maneira saudável</strong>, compreendendo que todos nós estamos sujeitos às marés interiores. </p>
<p>Ao rotular as ações delas de tal forma, os adultos correm o risco de subestimar a complexidade das emoções infantis, não oferecendo espaço para que essas pequenas almas em desenvolvimento expressem suas alegrias, medos, frustrações e descobertas de maneira autêntica. O que, aliás, é uma parte crucial do processo de educação e criação de seres humanos equilibrados. </p>
<p>Eliane Candido, psicóloga clínica de abordagem psicanalista winnicottiana e voltada ao acolhimento de crianças e adolescentes, ressalta que elas expressam suas emoções e pulsões de muitas formas diferentes, tendo em vista que ainda não possuem nenhum tipo de censura ou repressão, estando em busca do princípio do prazer. E, por estarem em processo de formação de suas personalidades, elas irão se expressar por meio da impulsividade.</p>
<p>“Todos os seres humanos estão em desenvolvimento e expostos ao drama, como também ao ambiente que nos cerca e à maneira como ele se apresenta a nós. É fundamental permitir que o ser se expresse da melhor forma que lhe é possível e também aqueles próximos à criança acolherem essas emoções e impulsos, oferecendo segurança e confiança para ela”, orienta Eliane. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Evite se culpar </strong></h2>
<p>A advertência para não cair no papel de vítima é um chamado para assumir a responsabilidade por nossas escolhas e experiências. Em vez de nos perder na narrativa de que somos meras vítimas das circunstâncias, somos desafiados a assumir o comando e aprender com cada desafio. A leveza reside na capacidade de transformar obstáculos em oportunidades de crescimento. </p>
<p>Ao mesmo tempo, o alerta contra o narcisismo nos lembra da importância de manter a humildade no processo de autoexploração. O autoconhecimento não deve ser uma jornada egocêntrica que alimenta ilusão da perfeição, mas sim um mergulho honesto nas complexidades do eu. </p>
<p>Encontrar a leveza nesse contexto implica aceitar nossas imperfeições, aprender com nossos erros e cultivar uma compreensão compassiva de nós mesmos. Se assim for, evitamos as armadilhas do vitimismo e do narcisismo, abrindo espaço para uma jornada de autodescoberta que nutre a alma, proporcionando clareza e aceitação. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equilíbrio emocional </strong></h2>
<p>Portanto, na linha tênue entre fazer tempestade em copo d’água e ter razão em se exaltar, fique no caminho do meio para ganhar maior consciência de seu funcionamento emocional, justamente para saber quando está tendo reações exageradas ou quando o outro de fato foi inadequado e o machucou. </p>
<p>Mesmo assim, haverá momentos em que novamente faremos drama, tentando ganhar mais cuidado em ocasiões de maior <strong>fragilidade</strong>. Se isso acontecer, não se culpe. Opte por se analisar com rapidez e se libertar da situação. Todos nós somos navegadores em mares emocionais, enfrentando tempestades e buscando serenidade. </p>
<p>Ao reconhecer isso podemos construir pontes de compreensão, promovendo um ambiente em que as expressões emocionais, mesmo as mais intensas, sejam acolhidas e compreendidas. Afinal, é na interseção entre tempestades e razões que encontramos a essência da experiência humana. </p>
<p><em>Por Gustavo Ranieri </em>– <em>revista Vida Simples</em></p>
<p><em>É jornalista e, vez ou outra, se pega fazendo drama. Livre da ilusão da perfeição, faz um mergulho honesto nas complexidades do eu.</em></p>
<p>Fonte: <a href="https://jovempan.com.br/edicase/entenda-a-importancia-da-autorresponsabilidade-no-equilibrio-emocional.html" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon" rel="noopener">Read More</a> </p>]]></content:encoded>
					
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